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Al dar a conocer el anuncio de inversión de una empresa automotriz por 550 millones de dólares, el presidente Felipe Calderón se congratuló de que nuestro país dé otro paso para consolidarse como polo de atracción de inversiones. Consideró un signo alentador la llegada de esta inversión porque de ese modo en breve la recuperación económica, que ya vive México, se estará sintiendo “poco a poco en los bolsillos de los mexicanos”.
El anuncio para dar a conocer parte de la estrategia de expansión de la empresa “Volkswagen”, fue dado a conocer ante los directivos de la empresa automotriz y el gobernador de Guanajuato, Juan Manuel Oliva, en la residencia oficial de Los Pinos.
Con los recursos, la empresa automotriz construirá una nueva planta en Silao, Guanajuato, donde producirá una nueva generación de motores de tecnología avanzada. Las obras deberán iniciar en octubre para que a partir del 2013 se pueda manufacturar 330 mil motores por año, afirmó el presidente ejecutivo de la empresa automotriz, Otto Lindner.
El Ejecutivo sostuvo que con esta inversión, México además, fortalece su vocación exportadora y logra ampliar su liderazgo en la industria automotriz a nivel mundial.
“Después de la crisis económica mundial, ha habido una recomposición entre las empresas, entre los jugadores en el mercado internacional. Y hay que decir que en el ramo automotriz, México es un país ganador, que registra tasas notables en término de crecimiento de exportaciones y de producción, incluso superiores a las etapas previas de la crisis internacional”, subrayó.
Destacó que actualmente el sector automotriz, que es clave para el desarrollo, es uno de los principales receptores de inversión extranjera directa y representa en su conjunto alrededor del 20% del Producto Interno Bruto Industrial.
Fuente: El Cronista México (23/09/2010).
MEXICO CITY — Volkswagen AG plans to announce tomorrow that it will build an engine plant in Mexico to supply vehicles assembled in North America, a source at the company’s assembly plant in Puebla said today.
A VW spokesman confirmed that the company will make an announcement tomorrow but declined to say what it will concern.
The new plant will supply an existing VW plant in Puebla, 75 miles southeast of Mexico City, and one being built in Chattanooga, Tenn., the source said. The Puebla plant builds the VW Jetta for the United States as well as other models for Mexico and Latin American markets. The Chattanooga plant is scheduled to begin building a new mid-sized sedan early next year.
The passenger-car engines to be produced at the new plant will satisfy U.S. emission standards set for 2013, the source said.
He declined to confirm a local newspaper report that the chosen location is about 250 miles northwest of the Mexican capital, in the central Mexican state of Guanajuato.
The city of Leon edition of the Mexico City newspaper Milenio quoted “federal government sources” as saying Guanajuato state has won the race for the plant. The newspaper said the announcement will be made tomorrow at Los Pinos, the capital’s presidential residence. The Volkswagen source could not confirm where the event will be held.
On a visit to Mexico in July, Jochem Heizmann, a member of Volkswagen Group’s executive council, said the automaker will spend $1 billion in Mexico over three years. He said the group was planning an engine plant in North America but didn’t say where.
Fuente: Autonews.com (21/09/2010).
El gobernador del Estado, José Calzada Rovirosa, sostuvo una reunión con ejecutivos de la empresa alemana MAN Latin America, industria especializada en la producción de autobuses y camiones, que se fusionarán en Querétaro con la empresa automotriz Volkswagen, para la fabricación de camiones modernos para el trasporte público.
El acuerdo del consorcio automotriz alemán en México tiene como objetivo vender hasta 2018 un millón de vehículos en Estados Unidos.
Volkswagen (VW), el mayor fabricante automotriz de Europa, planea aumentar su capacidad de producción en México con una inversión de hasta mil millones de dólares en los próximos tres años, anunció este miércoles el consorcio alemán.
Esa meta forma parte de estrategia de crecimiento para Norteamérica “Volkswagen 2018”, indicó VW a través de un comunicado que se emitió este miércoles en forma simultánea en la ciudad alemana de Wolfsburg y en el central estado mexicano de Puebla.
El acuerdo del consorcio automotriz alemán en México tiene como objetivo vender hasta 2018 un millón de vehículos en Estados Unidos.
“La ampliación de la fábrica de Puebla es un paso importante en dirección al futuro de Volkswagen en México. Puebla es y se mantiene como un proveedor principal de vehículos de clase compacta de VW en Norteamérica”, indicó el miembro de la junta directiva de Volkswagen responsable de producción, Jochem Heizmann.
Con una capacidad de producción anual de más de 525 mil vehículos, Puebla es una de las mayores fábricas del consorcio alemán. Entre los planes de la automotriz figuran la próxima construcción de una nueva fábrica de motores.
El proyecto del consorcio también contempla inaugurar una nueva planta de fabricación del modelo sucesor del Beetle en Puebla, lo cual asegurará en la ciudad mexicana un total de dos mil puestos de trabajo. La nueva versión saldrá a los mercados en 2011.
Fuente: Notimex (07/07/2010).
Montadora de caminhões ofereceu R$ 8 mil de PLR, com pagamento da primeira parcela no valor de R$ 4,5 mil até 28 de maio
Os metalúrgicos do primeiro turno da Volvo decidiram entrar em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (18). A Volvo ofereceu R$ 8 mil de PLR, com pagamento da primeira parcela no valor de R$ 4,5 mil até 28 de maio. A proposta foi rejeitada pelos 2,8 mil metalúrgicos do primeiro turno.
A reivindicação dos trabalhadores é de PLR de R$ 10 mil e pagamento da primeira parcela com valor similar ao de outras montadoras em 28 de maio. Além disso, os trabalhadores pedem a extinção da avaliação individual e a utilização somente dos blocos I e II para avaliação e pagamento da PLR em 2010.
De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), após a rejeição da referida proposta, uma segunda foi feita pela empresa. A Volvo ofereceu o pagamento da primeira parcela de forma imediata e a segunda parcela seria paga em dezembro. Não foram definidos quais seriam os valores dessas parcelas.
Uma assembleia dos trabalhadores do segundo turno será realizada na tarde desta terça-feira, às 14h30. No entanto, segundo o sindicato, não haverá mudança no quadro de greve, pois no primeiro turno são 2,8 mil funcionários e no segundo turno são 400.
Na manhã de quarta-feira (19), uma nova assembleia será feita, nela os metalúrgicos do primeiro turno irão decidir se continuam em greve ou se aceitam a segunda proposta ou uma nova que for apresentada pela Volvo.
A assessoria de imprensa da Volvo informou que a empresa continuará com as negociações e que considerava a proposta boa. A Volvo ressaltou ainda que em cada dia de paralisação 72 caminhões e quatro ônibus deixavam de ser produzidos.
Bosch
Os metalúrgicos do turno da manhã aceitaram a nova proposta da Bosch sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e encerraram a greve nesta terça-feira (18). Cerca de 1,8 mil colaboradores da manhã voltaram ao trabalho, de acordo com oSindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba.
Segundo o sindicato, a empresa manteve o valor mínimo da PLR em R$ 4 mil e o máximo em R$ 5 mil, mas aumentou o valor da primeira parcela de R$ 2,7 mil para R$ 3,1 mil, a qual será paga em 29 de maio.
Apesar disso, haverá uma nova assembleia na tarde desta terça-feira, às 14 horas, na qual os trabalhadores do primeiro e do segundo turno irão decidir se aceitam ou não a nova proposta da Bosch. Aproximadamente 3,4 mil metalúrgicos (do primeiro e do segundo turno) devem participar da nova assembleia.
De acordo com assessoria de imprensa do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, como o número de funcionários na assembleia da tarde será maior, a decisão será soberana. Ou seja, os trabalhadores da Bosch poderão confirmar a votação que havia sido feita no período da manhã ou decidir retomar a greve. A votação será secreta.
Renault
Não houve nova proposta e os trabalhadores da fábrica da Renault, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, seguem em greve por tempo indeterminado, de acordo com o sindicato.
Quatro mil funcionários suspenderam as atividades na sexta-feira porque não houve acordo com relação aos valores da PLR. A Renault ofereceu PLR no valor de R$ 7,5 mil (100%), sendo que o mínimo pago seria de R$ 6,2 mil. O pagamento seria feito em duas parcelas: a primeira de R$ 4.750. Os colaboradores reivindicam PLR no valor de R$ 9 mil e querem que a primeira parcela tenha um valor superior.
Outras empresas
As assembleias da Volkswagen e da New Holland não ocorreram na manhã desta terça-feira por causa da chuva.
Se não chover, os trabalhadores da Volkswagen irão se reunir na tarde desta terça-feira (18), às 14 horas. A reivindicação é de que a proposta seja a mesma apresentada aos trabalhadores de São Paulo, com R$ 4,3 mil para a primeira parcela da PLR.
Já a assembleia da New Holland deve ocorrer na manhã de quarta-feira (19), às 7 horas. Os colaboradores rejeitaram a proposta da empresa de PLR de R$ 3,8 mil, com adiantamento de R$ 1,9 mil. O pedido é de que o valor seja no mínimo 80% do que for fechado nas montadoras instaladas no Paraná.
Fuente: Gazeta do Povo (18/05/2010).
CURITIBA – Aproximadamente 3,5 mil trabalhadores da Renault paralisaram nesta sexta-feira as atividades da fábrica de São José dos Pinhais (PR), região metropolitana de Curitiba. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), com a paralisação, 760 veículos deixarão de ser fabricados apenas nesta sexta-feira.
Os metalúrgicos decidiram pela greve após recusar a última proposta da empresa sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para este ano. A Renault está oferecendo PLR no valor de R$ 7,5 mil, com pagamento em duas parcelas, sendo a primeira de R$ 4,7 mil para serem pagos na terça-feira (18). Os funcionários, segundo o sindicato, reivindicam PLR no valor de R$ 9 mil e querem um valor maior pago já na primeira parcela.
As metas propostas pela empresa também eram apresentadas como um dos motivos da paralisação – os patamares de produção para este ano e o de participação no mercado. A montadora exigia uma produção de 187,6 mil veículos, sendo que ano passado, em ritmo alto e com excesso de horas extras, conforme o sindicato, o volume foi de 140,3 mil unidades fabricadas. Na discussão desta sexta-feira, a empresa retirou essas metas.
Uma nova assembleia da categoria para decidir os rumos da paralisação está agendada para a próxima segunda-feira (17), às 5 horas, na porta da fábrica. A assessoria de Comunicação Social da Renault, em São Paulo, informou que a empresa deve se manifestar a respeito da greve assim que for encerrada a reunião entre direção da fábrica e representantes dos metalúrgicos.
Também os 2 mil metalúrgicos dos primeiro e terceiro turnos da Volkswagen, fábrica de São José dos Pinhais, decidiram na quinta-feira (13) dar prazo de 24 horas para que a empresa apresente uma proposta de PLR aos trabalhadores. Caso contrário, segundo o sindicato, eles não irão trabalhar neste final de semana. Os metalúrgicos só aceitam iniciar as negociações se a empresa apresentar a mesma proposta que fez aos trabalhadores de São Paulo ou seja, R$ 4, 3 mil para a primeira parcela.
A fábrica do Paraná tem 2,9 mil trabalhadores para uma produção de 800 veículos por dia. Os 1,8 mil metalúrgicos da New Holland também reprovaram proposta de R$ 3, 8 mil de PLR, com adiantamento de R$ 1,9 mil e deram prazo de 48 horas para a indústria melhorar a proposta. Os metalúrgicos exigem no mínimo 80% do que for fechado nas montadoras instaladas no Paraná. Nova assembleia deverá ocorrer na terça-feira (18).
Os 3,5 mil metalúrgicos da Bosch também em protesto contra a falta de proposta de PLR, paralisam as atividades por duas horas em cada troca de turno. Eles deram prazo de 48 horas para a empresa apresentar proposta. Nova assembleia ocorre na segunda-feira(17).
Fuente: O Globo (14/05/2010).
Ford Motor sostuvo que ha superado a Volkswagen y que en marzo fue la automotriz que más vendió en Europa. También informó que su participación de mercado mensual fue la más alta en más de 11 años.
El fabricante de autos estadounidense, cuyas ventas se incrementaron en todo el mundo gracias a sus populares modelos, como su pequeño Fiesta, se basó en sus buenos resultados para criticar los rescates gubernamentales de sus rivales más débiles, entre ellos Opel/Vauxhall de General Motors Europe.
Ford anunció que el mes pasado vendió 192.500 autos en Europa y que su participación de mercado fue de 10,4%, su nivel más alto desde agosto de 1998.
También señaló que las sólidas ventas de marzo se debieron mayormente al su desempeño “excepcionalmente fuerte” en el Reino Unido, su mayor mercado, donde marzo es tradicionalmente uno de los meses más robustos para el sector.
Desde que comenzó el año y hasta ahora, Ford decía que era la segunda automotriz con mayores ventas en Europa, detrás de VW pero delante de la francesa PSA Peugeot Citroën.
Desde septiembre de 2008 que Ford no era la marca más vendida en el viejo continente. Aunque el grupo admitió que en términos de cifras anuales, no podrá mantenerse en el primer puesto.
“Si somos los número uno, nos hará felices, pero nosotros apuntamos al crecimiento rentable”, explicó Roelant de Waard, jefe de ventas europeas en Ford.
En Estados Unidos, la participación de mercado de Ford creció 2,7 puntos porcentuales de enero a marzo, el mayor incremento trimestral desde 1977.
Ahora representa 17,4% del mercado, detrás de GM, que ostenta 18,7%.
Fuente: El Cronista (16/04/2010).
Qatar pagó a Porsche cerca de 80 euros (112.93 dólares) por acción ordinaria de Volkswagen, en un acuerdo anunciado recientemente que le dará al estado del Golfo Pérsico una participación con voto del 17% en la mayor automotriz de Europa, informó el miércoles una revista alemana.
Manager Magazin también citó fuentes diciendo que Qatar también compró a Porsche opciones sobre el 50% de las acciones preferentes sin derecho a voto de VW, a un precio de 63 euros cada una.
Porsche y VW declinaron hacer comentarios. Autoridades de Qatar no pudieron ser contactadas inmediatamente.
Porsche dijo la semana pasada que estaba vendiendo activos por miles de millones de euros a Qatar, en una medida para mejorar sus complicadas finanzas, en la caída de la firma que meses atrás buscó dominar a Volkswagen.
Fuente: CNN en español (19/08/09)
La segunda automotriz más grande de Europa, PSA Peugeot Citroen, cerró el primer semestre del año con pérdidas y no espera una recuperación del mercado hasta fines de 2010, informó ayer la compañía en París.
En tanto, los beneficios de la automotriz japonesa Honda Motor Co cayeron 95,6% hasta los 7.560 millones de yenes (u$s80 millones) en el primer trimestre del año fiscal.
PSA Peugeot Citroen facturó 23.500 millones de euros (u$s33.200 millones) en los primeros seis meses de este año, 22% menos que en la primera mitad de 2008, y tuvo pérdidas operativas por 1.330 millones de euros (u$sl.88O millones), muy por debajo de los 1.030 millones de euros (u$sl.457 millones) que había ganado el año anterior.
El director de la empresa, Philippe Varin, pronosticó que el mercado europeo se contraerá este año 12%, y que la recuperación no llegará antes de fines de 2010.
Peugeot espera para el 2009 pérdidas operativas por entre 1.000 y 2.000 millones de euros.
En el caso de Honda, si bien las medidas de ahorro implementadas tuvieron un efecto positivo, el recorte de producción y la revalorización del yen mermaron el resultado entre abril y junio.
También el beneficio operativo se derrumbó 88% hasta los 25.160 millones de yenes, y las ventas cayeron 30,2% hasta los 2.000 millones, siempre en comparación con el mismo período de 2008.
A pesar de estos datos, Honda revisó al alza su previsión para el ejercicio que acaba en marzo de 2010 y espera un beneficio de 55.000 millones de yenes, frente a los 40.000 millones de la proyección anterior.-
PORSCHE. Por su parte, el fabricante de vehículos deportivos Porsche espera unas pérdidas antes de impuestos de hasta 5.000 millones de euros en el ejercicio fiscal 2008-09, que concluye el próximo día 31.
Según comunicó Porsche tras la reunión celebrada en Stuttgart por el órgano de vigilancia de la empresa, esta cantidad resultaría de la venta proyectada de opciones sobre las acciones de Volkswagen.
El consorcio Porsche se encuentra en negociaciones avanzadas para la venta de dichas opciones al emirato de Qatar, lo que supondrá la entrada de 1.000 millones de euros en las arcas del fabricante alemán.
El emirato podría, mediante la adquisición de las opciones a acciones de VW en poder de Porsche, hacerse con una participación del 17% en Volkswagen.
Fuente: BAE (30/07/09)
El fabricante de autos de lujo había comprado el año pasado el 51% de Volkswagen, pero la crisis financiera lo dejó con una deuda cercana a los 10.000 millones de euros. Ahora pasará a formar parte del conglomerado automovilístico de VW, que incluye a marcas como Audi, Seat, Bugatti y Lamborghini. Volkswagen sería así la segunda automotriz mundial por debajo de la japonesa Toyota, y tras el hundimiento de la estadounidense General Motors.
Volkswagen AG le dio vuelta la jugada a Porsche al anunciar que piensa adquirir en su totalidad la empresa fabricante de automóviles deportivos de lujo mediante una fusión, aunque respetando la autonomía de esa marca.
Momentos antes, el consejo de administración de Porsche anunció que el director general Wendelin Wiedeking abandonó la firma tras 16 años al frente de la empresa, lo que facilitará la fusión con Volkswagen AG.
Wiedeking fue aclamado por haber hecho más eficiente la operación y producción de Porsche, pero su esfuerzo de David contra Goliat, que empezó en 2005, para tratar de apoderarse de Volkswagen, que es una empresa mucho más grande, finalmente fracasó.
Porsche llegó a adquirir 51% de VW, pero la crisis económica global redujo las ventas de automóviles de lujo, obstaculizando el esfuerzo de Porsche de aumentar su participación en VW a 75% y tomar su control.
El consejo de Porsche Automobil Holding SE dijo que Wiedeking, de 56 años, y el gerente financiero Holger Haerter, de 53, cesaron de inmediato. La firma, que acarrea una abultada deuda, fabrica el legendario modelo 911, entre otros.
El director general de Volkswagen Martin Winterkorn dijo que “la fusión de Volkswagen y Porsche” es producto de una “lógica industrial convincente y ofrece muchas perspectivas prometedoras: Hace a dos compañías sólidas incluso más fuertes”.
Ambas cooperan ya en la fabricación de vehículos deportivos utilitarios y Winterkorn dijo que “Volkswagen y Porsche tienen excelentes conocimientos y juntos podrán utilizar sus recursos incluso mejor”.
Winterkorn dijo que un fondo de inversiones de Qatar adquirirá el 17% de Volkswagen, pasando a ser su tercer accionista más importante. VW y Porsche seguramente trabajarán en la integración empresarial en las próximas tres semanas, con la posibilidad de completarla antes de que finalice el tercer trimestre.
Volkswagen, con sede en Wolfsburg, dijo en una declaración difundida tras una reunión larga de su consejo de administración que mantendrá negociaciones con Porsche Automobile Holding SE, empresa matriz de Porsche AG, “a fin de alcanzar el concepto final que colme este objetivo”.
Volkswagen agregó que la nueva empresa será lograda mediante “la participación gradual de Volkswagen en Porsche AG” y la subsecuente fusión de Volkswagen con Porsche Automobile Holding. El acuerdo será parecido a la adquisición de Audi AG por parte de Volkswagen, según Winterkorn.
“Al igual que ha hecho Audi, Porsche bajo la marca Volkswagen podrá desarrollar independientemente su identidad”, insistió. “Tenemos un respeto enorme por lo logros de los empleados de Porsche y estamos convencidos de que Porsche será un activo para Volkswagen, al igual que Volkswagen será un activo para Porsche”.
Fuente: Clarín (24/07/09)

