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Con un precio de poco más de 350000 dólares, el sedán Lincoln MKZ 2011 no será barato, pero la decisión de Ford de igualar los precios de ambas versiones podría hacer que sus competidores sigan su ejemplo con modelos futuros.
El MKZ híbrido será una ganga si se contempla el ahorro de combustible. Brinda más del doble de kilometraje que la versión tradicional al conducirlo en la ciudad.
Aunque las compañías automotrices no revelan cuánto gastan en instalar un sistema híbrido en un auto, el producto final por lo general cuesta miles de dólares más que la versión con motor convencional.
Fuente: Aftermarket (26/07/2010).
O governo da Alemanha começou a aproximar-se do Brasil para saber mais sobre o uso do etanol. O objetivo é encontrar na experiência brasileira alternativas para reduzir o índice de emissões e a dependência dos combustíveis fósseis até o carro elétrico passar a ser a alternativa de transporte individual. “Teremos que usar os motores a combustão durante um bom tempo até a chegada do carro elétrico”, destaca o secretário do Ministério de Transportes, Construção e Desenvolvimento Urbano da Alemanha, Rainer Bomba.
A Alemanha é um dos países que melhor está se preparando para a chegada do carro elétrico. Até lá, porém, os europeus precisam buscar meios de reduzir as emissões para atender à legislação, que estabelece a redução das emissões de gases com efeito de estufa. Existe um acordo entre os países industrializados para reduzir em 50% as emissões de CO2 na atmosfera até 2050.
O país já tem grupos de trabalho engajados não só no preparo da infraestrutura necessária como também na transição para essa mudança na mobilidade. A colaboração do conhecimento brasileiro numa energia alternativa, como o etanol, entra nesse período de transição. Mas não se fala, ainda, por enquanto, em interesse de importar o etanol brasileiro.
As autoridades alemãs estimam que o país terá um milhão de veículos elétricos rodando em suas ruas em 2020. Isso equivale a pouco menos de um terço das vendas anuais de veículos novos hoje. Estima-se, ainda, que somente daqui a 20 anos é que metade das vendas de veículos no país será de modelos elétricos ou híbridos.
Esse longo período de transição é que leva as autoridades alemãs a buscar alternativas para diminuir a dependência do combustível fóssil. Em maio foi lançado o chamado plano nacional de desenvolvimento da eletromobilidade. A partir daí foram criados os grupos de trabalho, que envolvem equipes de governo e as associações dos fabricantes de veículos e da indústria de produtos elétricos.
Rainer Bomba explica que para preparar o trajeto que levará à mudança no funcionamento dos automóveis, um país precisa antecipadamente discutir medidas relacionadas à regulamentação, técnicas e infraestrutura. “Precisamos pensar em definições como a padronização das tomadas em todo o país, porque o motorista vai precisar carregar as baterias do carro elétrico em casa, no trabalho ou mesmo numa estação pública.”
O secretário do Ministério de Transportes, Construção e Desenvolvimento Urbano da Alemanha esteve no Brasil recentemente para abrir o caminho que levará os alemães ao contato com a experiência com o etanol. Bomba diz que a Alemanha pretende começar a testar o etanol no transporte público. “Só depois podemos pensar na possibilidade de importação”, afirma. A experiência alemã no uso de energias alternativas, até agora, segundo explica, se limita à chamada “colza”, uma planta de cujas sementes se extrai um óleo utilizado na produção de biodiesel.
O tema etanol deverá entrar na agenda de uma visita que as autoridades do Ministério dos Transportes da Alemanha deverão fazer ao Brasil em outubro.
Os alemães trabalham, ainda, para diminuir o uso do automóvel. Em 2007, foram destinados 80 milhões para a construção de ciclovias. Entre 2009 e 2012, o Ministério dos Transportes pretende investir 10 milhões em sistemas públicos de locação de bicicletas. O país também anunciou recentemente um programa de investimento de 3,7 bilhões em ferrovias e mais 2,5 bilhões na manutenção da rede ferroviária.
Fuente: Valor Econômico (13/07/2010).
A produção e as vendas de veículos devem se acomodar no mercado brasileiro a partir de agora. Foi o que disseram a Automotive Business executivos do setor de autopeças durante a entrega do Prêmio AEA de Meio Ambiente no espaço Rosa Rosarum, na segunda-feira à noite, em São Paulo. Segundo essas fontes, as encomendas de autopeças pelas montadoras já refletem um declínio na velocidade das linhas de montagem da ordem de 10% a 15%.
Frente a essa evidência, a Anfavea vai à ofensiva junto ao governo, propondo nova redução do IPI para veículos flex. A iniciativa tem o apoio do ministro Miguel Jorge, do MDIC, um dos incentivadores do sistema flex no País. Ele entende que diante da dificuldade em exportar tecnologia, etanol e veículos flex, é conveniente estimular o segmento no Brasil.
Fuente: Automotive Business (15/06/2010).
As dúvidas de Lula sobre incentivar o carro elétrico no Brasil são as dúvidas do padroeiro do etanol. Nos últimos anos, o presidente correu o mundo com a bandeira do etanol. Brigou por ela. Garantiu que as plantações de cana não avançariam sobre a floresta amazônica nem sobre áreas de cultivo de alimentos.
Agora, teme dar um tiro no pé da tecnologia made in Brazil e no destino dos carros “flex”, que já superam 30% da frota de veículos do País.
Nas dúvidas sobre a adesão à nova tecnologia, Lula tem o apoio do ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento), responsável pelo cancelamento do anúncio dos incentivos ao carro elétrico na semana passada. E, sobretudo, da indústria automobilística instalada no País. Durante o governo de Lula, foram comercializados no Brasil quase 10 milhões de carros flex.
Se o presidente tem dúvidas, não há dúvidas no cenário traçado pelo BNDES e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. O principal provedor de crédito no País está engajado no programa do carro elétrico. Os fundos de pesquisa, idem. Luciano Coutinho, presidente do BNDES, escreveu recentemente que os carros elétricos são uma “tendência inexorável”, apesar do custo alto e dos desafios tecnológicos, como o desenvolvimento de bateria com mais autonomia.
Os carros elétricos híbridos representam menos de 2% das vendas totais e quase insignificante 0,3% da frota mundial neste ano. Mas a participação crescerá para cerca de 66% das vendas mundiais e quase 36% da frota global daqui a 20 anos, segundo estimativas usadas pelo BNDES. O banco fala até num híbrido que use etanol e energia elétrica.
O Brasil tem o quinto maior mercado consumidor de automóveis. E está entre os maiores produtores mundiais. Na dúvida do presidente, está em jogo o futuro desse mercado.
Fuente: O Estado de S. Paulo (01/06/2010).
Lanzará una prueba piloto con subsidios de hasta 60,000 yuanes para la compra de los vehículos; los apoyos no impactarán a corto plazo debido al alto costo de las baterías, dicen especialistas.
PEKIN/SHANGHAI (Reuters) — China dijo el martes que lanzará un programa piloto en cinco ciudades para ofrecer subsidios para la compra de autos eléctricos o híbridos, en un intento del Gobierno por reducir las emisiones de gases contaminantes en el mayor mercado de vehículos del mundo.
Los residentes de Shanghái y Shenzhen, así como los de Hangzhou y Hefei en el este y de Changchun en el noreste, recibirían 50,000 yuanes (7,320 dólares) en subsidios si adquieren autos híbridos, informó el Ministerio de Finanzas en su sitio de Internet.
El subsidio máximo para los compradores de autos eléctricos será de 60,000 yuanes.
“Los subsidios podrían interesar a la gente en los modelos de autos verdes ahora que el Gobierno ha ofrecido un plan concreto y dinero real para respaldarlo”, dijo Harry Zhao, analista de CSM Worldwide.
“Pero no es realista esperar que funcione como magia, como los incentivos impositivos del año pasado”, agregó.
Los incentivos tributarios a los autos pequeños y los subsidios a los compradores en las zonas rurales ayudaron a impulsar la venta de vehículos en un 46% el año pasado, a 13.6 millones de unidades, con lo que China superó a Estados Unidos como el mayor mercado automotriz del mundo.
El impacto de los nuevos subsidios a los autos verdes es improbable que sea muy grande en el corto plazo debido a los altos costos de las baterías y a una red de carga inadecuada.
Sin embargo, el plan facilitará la compra de autos que utilizan energía alternativa, dijeron analistas.
Fuente: CNN Expansión (01/06/2010).
Los participantes de la industria automotriz a nivel mundial se enfrentan a unos desafíos de los cuales dependerá su crecimiento en los próximos años. La regulación mundial enfocada a reducir la contaminación, problemas de movilidad vial y los mercados en desarrollo son algunos de ellos.
Los fabricantes de la industria automotriz a nivel mundial se enfrentan a unos desafíos importantes de los cuales dependerá su crecimiento en los próximos años. Los frentes que deberá tener en cuenta son en primera instancia la regulación mundial enfocada a reducir la contaminación, problemas de movilidad vial y los mercados en desarrollo.
Los fabricantes, ensambladores, diseñadores, productores de combustibles y en general toda la industria automotriz se encuentra realizando investigaciones y desarrollos para encontrar las mejores y más rentables tecnologías para reemplazar el uso de combustible y hacer más eficiente la movilidad mundial, especialmente de los países latinoamericanos, ya sea por medio de la eficiencia en el consumo del combustible tradicional a base de petróleo o nuevas alternativas de energía para vehículos.
Todas estas investigaciones y desarrollos se están planteando como mecanismos para enfrentar los desafíos que tendrá que asumir la industria automotriz en los próximos años, y que es el tema central que se discute en el Michelin Challenge Bibendum 2010, con sede en la ciudad de Rio de Janeiro, Brasil.
Regulación enfocada a la reducción de emisiones de CO2
El principal desafío de la nueva industria es la creación de nuevas tecnologías para la disminución de emisiones de carbono derivadas de combustible fósil causadas por la industria del transporte.
La razón principal por la cual la industria automotriz se encuentra ante este desafío es la presión social, respaldada por el marco regulador, que busca reducir dramáticamente la contaminación vehicular y por ende el consumo.
Adicionalmente, esa presión ambiental llega en una época que el costo de la energía fósil sigue una trayectoria ascendente. Mientras esos costos pueden oscilar eventualmente, como es el caso con la recesión actual, a largo plazo la tendencia se ha conservado fuerte y duradera.
La respuesta inicial de los fabricantes de automóviles ha sido desarrollar una serie de modelos pequeños, más económicos y menos contaminantes y a la vez reducir los vehículos del rango intermedio. La industria está enfocada en crear automóviles con alternativas de energía limpia, pues hasta el momento el 98% del transporte vial en el mundo es movido con petróleo.
La alternativas de los motores a combustión, son motores a hidrógeno, tecnologías de arranque y parada, híbridos micro, ligeros y plenos, híbridos tipo plug-in, celdas combustibles y vehículos puramente eléctricos.
Este enfoque diversificado de investigación tecnológica de parte de los fabricantes resultará en una nueva línea diversificada de vehículos. Cada región tendrá sus propios sistemas vehiculares y de transporte, dependiendo de las necesidades de desplazamiento, la infraestructura y la disponibilidad de recursos energéticos llevarán a distintas soluciones.
El presidente de Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva, dijo durante el acto inaugural que una señal que muestra la preocupación de la industria automotriz por lo que está pasando en el planeta, son los automóviles eléctricos, que si bien no se fabrican a gran escala presentan una alternativa muy eficiente para el tema de contaminación.
Proveer movilidad a millones de personas
Se estima que en la actualidad existen 900 millones de vehículos motorizados en circulación en el mundo. Varios pronósticos sugieren que ese número podrá aumentar cerca de 1,5 mil millones entre 2030 y 2040. Además, el transporte vial representa 18% de las emisiones de carbono causadas por actividades humanas.
La movilidad vial sostenible puede ser diseñada como la responsable de mejorar, permitir y facilitar el transporte de bienes y personas. “La movilidad vial debe estar en sintonía con el desarrollo económico, Latinoamérica está en proceso de crecimiento por eso debe realizar esfuerzos para desarrollarse de una forma sostenible”, dijo el presidente mundial de Michelin, Michel Rollier.
Todo esto hace que la industria trabaje para que el embotellamiento humano vaya de la mano con la lucha de la mortalidad vial. “La década que comenzamos girará en torno de garantizar la movilidad vial”, agregó el directivo.
Frente de crecimiento: países en desarrollo
Los países en desarrollo, especialmente Latinoamérica se ha convertido en el mercado objetivo de los fabricantes de la industria automotriz mundial. Empresas como Michelin, Exxon Mobil y Shell piensan aumentar sus inversiones en Brasil con el fin de expandirse con fuerza en todo Latinoamérica.
Las empresas más que desafío económico, sienten que se enfrentan a un desafío cultural que piensan atacar con mercadeo y diferenciación de marca. El vicepresidente de Michelin para Latinoamérica, Jean-Philippe Olier, le dijo a Dinero.com que creen en el crecimiento de las economías latinoamericanas, pero que se enfrentan a una cultura diferente a la europea. “Hay que entrar en un proceso de culturización y enseñanza en Latinoamérica. Lo importante es llevar el concepto de movilidad sostenible y segura a todos los países para también lograr crecer como empresa”.
Fuente: Dinero.com (01/06/2010).
La automotriz japonesa y Tesla, el primer fabricante de coches eléctricos de Estados Unidos, unieron fuerzas para producir componentes de vehículos ecologicos. Trabajarán en conjunto en la ex planta de NUMMI.
Toyota Motor Company y Tesla Motor, el fabricante de coches eléctricos estadounidense, anunciaron que llegaron a un acuerdo para trabajar en conjunto en la planta anteriormente conocida como NUMMI (New United Motor Manufacturing Inc.), en la cual la compañía japonesa desarrollaba componente con la antigua General Motors.
Si bien los detalles son hasta ahora escasos, el comunicado de prensa enviado por las compañías anuncia que Toyota invertirá 50 millones de dólares en la sociedad, para la cual se creará un equipo especializado en el desarrollo de piezas y sistemas de producción para los próximos vehículos eléctricos. Por su parte Tesla se verá beneficiada en la utilización de la planta para la fabricación del próximo Tesla S.
Según el presidente de Toyota, Akio Toyoda “es una gran oportunidad para Toyota asociarse con una compañía como Tesla, la cual ha demostrado una gran admiración al Monozukuri (el enfoque de Toyota en la fabricación de vehículos). A través de esta sociedad, Toyota busca aprender del espíritu desafiante, la toma rápida de decisiones y la flexibilidad que Tesla ha mostrado desde su creación”.
Por su parte, el presidente de Tesla, Elon Musk, tampoco escatimó elogios para con la compañía japonesa: Toyota es una empresa fundada en la innovación, la calidad y el compromiso con la movilidad sostenible. Es un honor y un importante respaldo para nuestra tecnología que Toyota haya elegido invertir en una sociedad con Tesla”.
En la conferencia de prensa también estuvo presente el gobernador de California, Arnold Schwarzenegger, quien anunció que la sociedad creará 1.000 puestos de trabajo y se reincorporaran algunos de los trabajadores de NUMMI que habían sido despedidos cuando la planta cerró sus puertas.
Fuente: Motor.es (21/05/2010).
BRASÍLIA – Fixar um prazo para que as montadoras sejam obrigadas a adotar selos que mostrem a eficiência dos motores e seu nível de emissão de poluentes é uma das propostas que o governo deve apresentar após a conclusão dos trabalhos do grupo formado pelos ministérios da Fazenda, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente em parceria com o setor automotivo. O grupo foi criado no ano passado para discutir uma política de inovação tecnológica para esse segmento – que foi o maior beneficiado pelos incentivos fiscais durante a crise econômica mundial – e deve divulgar um primeiro relatório nas próximas semanas.
Segundo técnicos da área econômica, o selo – semelhante ao que já é utilizado hoje pelos fabricantes de geladeiras – é uma forma de garantir que o setor invista em tecnologias mais modernas e menos poluentes. Além disso, ele pode futuramente ser um balisador de incentivos fiscais que o governo concede às montadoras. Hoje, diferentes órgãos do governo trabalham em selos para medir a eficiência dos carros. O Inmetro, em parceria com a Petrobras, já criou o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE Veicular).
Essa etiqueta é graduada de A a E e varia de acordo com o desempenho do carro em relação ao consumo de combustível. Já o Ministério do Meio Ambiente e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), em parceria com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), começaram a desenvolver um selo para medir as emissões dos veículos. No futuro, esses dois selos sejam unificados para classificar os carros nacionais.
Outro tema do grupo de trabalho é que tipo de incentivos podem ser dados para o desenvolvimento de veículos híbridos e elétricos. No relatório preliminar, os técnicos vão destacar que, atualmente, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos elétricos tem uma alíquota de 25%. Além disso, há impostos estaduais, como o ICMS, que oneram o valor dos carros. Esse comportamento vai na contramão de uma tendência mundial de estimular a produção de carros menos poluentes.
Nos Estados Unidos e na Alemanha, por exemplo, os governos concederam financiamentos e estabeleceram metas para a entrada de veículos elétricos no mercado. Em agosto de 2009, o presidente Barack Obama anunciou a concessão de US$ 2,4 bilhões em recursos federais para ajudar empresas e universidades na criação de baterias e veículos híbridos e elétricos. Foi criado ainda um subsídio de US$ 7.500 para quem adquirir um veículo elétrico.
Segundo um participante do grupo de trabalho, além da carga tributária, o desenvolvimento de veículos elétricos no Brasil enfrenta também problemas técnicos. Com esses carros são muito pesados e precisam de uma infraestrutura de energia especial para serem carregados, uma ideia inicial seria o governo investir primeiro em ônibus elétricos, o que poderia baixar o valor das tarifas para a população.
Para o ex-presidente da Auto-Latina e consultor do Centro de Estudos Automotivos (CEA), Luiz Carlos Mello, o governo deveria aproveitar o grupo de trabalho para incentivar não apenas o desenvolvimento de veículos híbridos e elétricos, mas também a modernização dos carros com motor flex, que aceitam tanto o etanol quanto a gasolina.
- Ainda há muito a se fazer para que o etanol ganhe eficiência em sua queima. Os países ricos fazem incentivos em projetos de veículos híbridos e elétricos porque não têm a disponibilidade de recursos naturais como o Brasil – afirma ele, lembrando ainda:
- O governo perdeu a chance de usar incentivos fiscais como contrapartida para o desenvolvimento de projetos de eficiência do carro a álcool.
Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) também defende que o Brasil trabalhe pelo desenvolvimento da tecnologia do etanol, que poderia até mesmo ser uma opção veículos de grande porte como ônibus e caminhões, hoje movidos a diesel. O etanol poderia ainda ser uma alternativa para os motores híbridos _ intercalando energia elétrica com um combustível menos poluente. “Os veículos híbridos já têm o apelo de agredirem menos o meio ambiente. Se os motores de combustão interna neles utilizados forem movidos a etanol, eles teriam virtualmente emissões zero de CO2, equiparando-se aos veículos puramente elétricos. A manutenção dos preços do petróleo em patamares elevados, em especial os anteriores à crise de 2008, contribui para o desenvolvimento dos veículos elétricos, mas também incentiva o etanol“.
Fuente: O Globo (17/05/2010).
Suzuki es la quinta empresa automotriz que escoge a Sanyo como proveedor de baterías de iones de litio para sus vehículos eléctricos.
Sanyo Electric, el mayor fabricante mundial de baterías recargables de iones de litio, suministrará a Suzuki Motor con sistemas de baterías para sus vehículos coches eléctricos híbridos enchufables.
Suzuki, propiedad en un 20 por ciento de la alemana Volkswagen, instalará los sistemas en 60 de sus automóviles eléctricos enchufables Swift y empezará a hacer pruebas de conducción durante este año.
La cuarta automotoriz de Japón no ha decidido cuándo empezará la venta comercial de estos vehículos eléctricos.
Suzuki es la quinta empresa automotriz que escoge a Sanyo como proveedor de baterías de iones de litio para sus vehículos eléctricos.
Sanyo también abastece a Ford y Honda con baterías de níquel-hidruro metálico (Ni-MH) y ha codesarrollando baterías de última generación de Ni-MH y de iones de litio con el grupo VW. También llegó a acuerdo con la francesa PSA Peugeot Citroen para codesarrollar baterías de Ni-MH.
Fuente: REVE.com (16/05/2010).
La alianza Renault-Nissan firmó un acuerdo con la ciudad de San Pablo para fomentar el desarrollo de autos eléctricos para el mercado brasileño.
El vehículo elegido para una primera fase es el Nissan Leaf, cuyo motor eléctrico entrega una potencia de 107 caballos y alcanza una velocidad máxima de 140 km/h.
Gracias a su paquete de baterías de iones de litio, cuenta con una autonomía de 160 kilómetros en ciudad. Además, la recarga de sus baterías se puede realizar en una red doméstica de electricidad (el proceso demora 8 horas). También puede contar con un “cargador rápido”, que permite completar el 80% de la carga total en apenas treinta minutos.
El acuerdo entre Renault-Nissan y San Pablo incluirá beneficios impositivos a la hora de adquirir este modelo. Esta modalidad del grupo franco-japonés, de acordar directamente con ciudades, no es nueva, ya que se han firmado numerosos convenios en distintas partes del mundo, principalmente en ciudades del Viejo Continente.
Fuente: Clarín (15/04/2010).

